sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O mar

Nós andamos a ler o livro " A menina do mar". Nas aulas escrevemos textos, fizemos desenhos e um trabalho de expressão plástica.







Dia Bandeiras Verdes 2012

A nossa escola voltou a ser galardoada com a Bandeira Verde Eco-Escolas 2012, como forma de reconhecimento pelo trabalho realizado, em prole do desenvolvimento sustentável.
No dia 10 um grupo da nossa escola foi a Gondomar participar na cerimónia de entrega da bandeira.
Os nossos parabéns a  todos os que colaborarm connosco ( alunos, professores, funcionários e comunidade escolar).

Ver mais notícias no blogue da escola


A viagem da bandeira verde!

      Eu sou a delegada da turma 59 e vou contar o que aconteceu no pavilhão de Gondomar, perto do Porto onde viajei para receber a bandeira verde da nossa escola.
         Viajaram comigo quatro alunos da nossa escola. Um do 2º ano, dois do 3º ano e um do 4º ano.
         Quando chegámos fomos à procura do nosso eco-código que, estranhamente não encontrámos. Depois visitámos vários locais e realizámos algumas atividades no pavilhão. Durante o percurso ofereceram-nos um mapa e um exemplar da revista Visão Júnior. Mais tarde ensinaram-nos a fazer carteiras com pacotes de leite. É uma ideia muito original e as carteiras ficaram muito giras.
         Depois fui com alguns colegas inscrever-me num sorteio para tentar ganhar um desconto na compra de um telemóvel.
         Almoçamos num local ao qual se dá o nome de souto, que é um conjunto de castanheiros. Foi muito engraçado, enquanto almoçávamos as castanhas caíam das árvores e uma delas até acertou numa colega minha.
         Passado algum tempo fomos ver um espetáculo. Houve escolas a concorrer num concurso de dança. Entregaram um prémio de melhor t-shirt. Assistimos a um concerto dos Clã e finalmente foi a entrega das bandeiras verdes.
         Ao fim da tarde regressámos a Leiria depois de um dia muito bem passado. 

 Maria Carolina        

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ontem os nossos avós vieram à escola

Os avós partilharam connosco algumas recordações da sua infãncia (cantigas, provérbios, lengalengas, mezinhas, orações, adivinhas, rimas, cantilenas ou jogos). Com o material que nos enviaram fizemos um bonito livro que fica na escola para recordar...


                                          Livro construído com os trabalhos que os avós enviaram



Ontem os avós vieram à escola ouviram algumas canções e recordaram as brincadeiras do seu tempo.





Por fim, tomaram um chá e comeram uns bolinhos.
Foi um tempo muito divertido que passámos juntos!


Trabalhos enviados pelos avós


MEMÓRIAS DE INFÂNCIA

Dueto

Ele - Olá, como está você?
Ela - Assim, Assim menos mal.
Ele - Eu acho que você está mesmo bestial!
Ela - Você não esta a brincar?
Ele - Palavra, juro que não!
Ela - Você é um tipo fixe, um camaradão!
Ele - Você sabe muito bem.
Ela - O quê, diga de repente.
Ele - Que a gramo do coração, formidavelmente.
Ela - Você não está a brincar?
Ele - Palavra, juro que não.
Ela - Você é um tipo fixe como nunca vi.
Ele - Vamos casar!
Ela - Você o diz.
Ele - Que lindo par!
Ela - E que feliz!
Ele - Satisfações.
Ela - Não tem de haver.
Ele - Pois cada um viverá para si como lhe parecer.
Ela e Ele - Assim, Assim é que é viver.

Avó da Bárbara Bogalho - (Avó Cininha)


A minha avó disse que o pai dela cantava assim:

           Minha mãe quero ir ao alto,
        que do alto vejo bem.
        Quero ver o meu amor
        se ele está mais alguém.


    Manuel Fiúza Rodrigues
     4º Ano     Turma 59

Orações

Anjo da guarda minha companhia, guardai minha alma de noite e de dia. senhor Jesus, guardai os avós, os pais e os manos, obrigado senhor Jesus.

Provérbios
Dá Deus nozes a quem tem não dentes.
Não deixes para amanha o que podes fazer hoje.
De prato a boca, perde-se a sopa.
Quem meus filhos beija minha boca adoça.
Quem nasce torto, tarde ou nunca se endireita.
Guarda que comer não guardes que fazer.
Deitar cedo e cedo erguer, dá saúde e faz crescer.
Quem tem telhados de vidro, não deve atirar pedradas.
Diz o roto ao nu, porque não te vestes tu.
Os amigos são para as ocasiões. 
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura.

 Adivinhas

Altos castelos, lindas janelas, abrem fecham, ninguém mora nelas. Resposta os olhos.
Qual é o céu que não possui estrelas. Resposta o céu-da-boca.
Sou mais vasto do que o mar e ninguém me pode ver, todo o mundo é o meu lugar sem mim não podes viver. Resposta é o ar.
Qual é coisa qual é ela, que põe o mundo a dançar, tem notas e não é dinheiro. Resposta A musica.
 Qual é coisa qual é ela que acende sem fazer lume. Resposta o pirilampo
Eu corro mas não tenho pernas, assobio mas não tenho boca, nunca ninguém me viu e tenho bastante força. Resposta o vento.
Qual é coisa qual é ela, que bate bate, não deve deixar de bater, as suas pancadas certinhas e que nos deixam viver. Resposta o coração.

Trabalho enviado pela avó do Sérgio Nunes

Oração
Com  Deus  me  deito com Deus me levanto com a divina graça do Espírito Santo.

Provérbios
Sol na eira chuva no nabal.                              
Um bom hortelão tem pepinos pelo João.
Pelo S. Martinho prova o vinho.
Varre varre vassourinha se varreres bem doute um vitem se varreres mal nem u rreal.
Trabalho enviado pela avó da Catarina Santos ( Odete)





O outono

Na sexta-feira construimos um mapa conceptual e depois escrevemos um texto coletivo sobre o outono.



O outono
O outono é a estação do ano, que vem depois do verão, começa no dia 21 ou 22 de setembro e acaba no dia 21 de dezembro.
Nesta época do ano, as temperaturas baixam, faz mais frio, o céu fica cinzento e aparecem as primeiras chuvas.
As pessoas começam a vestir roupas mais grossas, casacos mais quentes e camisolas de manga comprida. O calçado já não é o mesmo que usámos no verão, agora usamos botas, galochas e sapatilhas.
Nós já vamos à praia nem fazemos tantos piqueniques.
Os alunos recomeçam as aulas e já não podemos brincar tanto na rua.
No outono, as árvores de folha caduca perdem as suas folhas porque começa a haver mais vento e chuva.
As andorinhas e outras aves partem para países mais quentes à procura de comida e locais para fazerem os seus ninhos, alguns animais hibernam.
Os agricultores apanham os frutos de outono: as uvas, as romãs, os figos, as nozes, as castanhas…
Nesta altura do ano há quatro feriados: 5 de outubro, 1 de novembro, e o 1 e 8 de dezembro.
O outono é uma estação do ano bastante interessante porque podemos apanhar folhas e saltar nos tapetes fofos que se formam no chão.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Poema " A Centopeia"

Na aula explorámos o poema “ A centopeia”, posteriormente os alunos construíram outros poemas inspirados no poema  trabalhado.

A  CENTOPEIA

Vai descalça a centopeia
sem sapatos e sem meias.

Dev agar, devagarinho
não se engana no caminho.

Faça chuva ou faça vento
mais parece um regimento.

Pé atrás e pé à frente
sempre alegre e sorridente.

Quando a vejo de passagem
digo adeus, boa viagem.

Jose Fanha,  in Poemas com animais


A  Centopeia

Vai apressada a centopeia
porque se esqueceu da meia.

Depressa a correr
porque tem muito que fazer.

Sobe pelo telhado
assustada com um gato malhado.

Faça chuva faça sol
ela usa um cachecol.

Quando a vejo passar
estou a trabalhar.

                           Leonardo

O Gigante

  vai  o  gigante
o  seu  nome  é  elefante.

Devagar  ou  apressado
vai  o  elefante  encarnado.

Faça  chuva  faça  sol
vai  sempre  ver  o girassol.

  à  frente    atrás
ele  anda  sempre à procura do rapaz.

Quando  ele  vai  passar
fica  toda  a gente a olhar.

                  Catarina  Santos


A barata

Lá vai uma barata no meio da igreja
a beber uma cerveja.

Depressa a correr
a barata vai a comer.

Faça chuva faça sol
a barata come um girassol.

Pé atrás e pé à frente
sempre apressada e sorridente.

Quando a vejo a caminhar
digo adeus sem parar.    
    
                          Rodrigo Caseiro


O leão

Lá vai o leão
Com o pé atrás da mão.

Lá vai o leão
A limpar o cão.

Lá vai o leão
 A correr para comer o pão.

Lá vai o leão
A conversar com o João.

Lá vai o leão
A saltar para o caldeirão.

Lá vai o leão
A praticar natação.

Lá vai o leão
A brincar com o cão.

Lá vai o leão
A conversar com o Damião.

Lá vai o leão 
Com um arranhão.

Lá vai o leão
A tratar do arranhão.

Lá vai o leão
Com a vela a arder na sua mão.

Lá vai o leão
A rebentar o balão.
                      João  Henrique


O cão

Vai depressa o cão
Sem água e sem pão.

Que vaidoso que é o cão
A passear com o seu casacão.

Que esperto é cão
Sempre a escrever na palma da mão.

Mão atrás e mão à frente
Sempre alegre e sorridente.

Está deitado no colchão
No seu casarão.

O seu regalo, o seu regalinho
É comer um bom patinho.

Faça chuva ou faça sol
Sempre embrulhado no lençol.

Se ladra ou não ladra é lhe indiferente
Se o vir… é melhor não se pôr à sua frente!

Se não comer o seu petisco
Vai à vinha ao rabisco.

Se ele for um cão sorridente
Não lhe deve doer o dente.

                                  Maria Carolina

 A lagarta

Vai devagar a lagarta
Porque comeu muito e está farta.

Devagar devagarinho
Mastiga pelo caminho.

Seja peixe, seja petisco
Nada lhe parece um risco.

Mão à frente, mão atrás
Tudo lhe apraz.

Quando a vejo de boca cheia
Parece uma baleia.

Beatriz Ferreira


 O Leão
 
O leão saiu de casa com meia
Porque foi a uma assembleia.

O leão viu outro leão
E fugiu para o barracão.

O leão no barracão
Foi caçar um mexilhão.


O leão foi ao pé do João
Para lhe oferecer um cão.

O leão diz adeus ao João
Porque vai para o Japão.
                            Diogo Saraiva

A centopeia

Lá vai a centopeia
À procura da sua meia.

Lá vai o cão                                                                                                              
O seu nome é Charlatão.

Lá vai o trampolim
Que não tem rim.

Faça sol faça vento
Ele é muito friorento.

 Lá vai o rato
A fugir do gato.
               Diogo Almeida.

A aranha
Devagar vai a aranha
Subindo na lenha.

Depressa vai a aranha na teia
Para apanhar a centopeia.

Depressa sai a aranha da teia
Para apanhar uma afiadeira.
                               Iúri