sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Poema " A Centopeia"

Na aula explorámos o poema “ A centopeia”, posteriormente os alunos construíram outros poemas inspirados no poema  trabalhado.

A  CENTOPEIA

Vai descalça a centopeia
sem sapatos e sem meias.

Dev agar, devagarinho
não se engana no caminho.

Faça chuva ou faça vento
mais parece um regimento.

Pé atrás e pé à frente
sempre alegre e sorridente.

Quando a vejo de passagem
digo adeus, boa viagem.

Jose Fanha,  in Poemas com animais


A  Centopeia

Vai apressada a centopeia
porque se esqueceu da meia.

Depressa a correr
porque tem muito que fazer.

Sobe pelo telhado
assustada com um gato malhado.

Faça chuva faça sol
ela usa um cachecol.

Quando a vejo passar
estou a trabalhar.

                           Leonardo

O Gigante

  vai  o  gigante
o  seu  nome  é  elefante.

Devagar  ou  apressado
vai  o  elefante  encarnado.

Faça  chuva  faça  sol
vai  sempre  ver  o girassol.

  à  frente    atrás
ele  anda  sempre à procura do rapaz.

Quando  ele  vai  passar
fica  toda  a gente a olhar.

                  Catarina  Santos


A barata

Lá vai uma barata no meio da igreja
a beber uma cerveja.

Depressa a correr
a barata vai a comer.

Faça chuva faça sol
a barata come um girassol.

Pé atrás e pé à frente
sempre apressada e sorridente.

Quando a vejo a caminhar
digo adeus sem parar.    
    
                          Rodrigo Caseiro


O leão

Lá vai o leão
Com o pé atrás da mão.

Lá vai o leão
A limpar o cão.

Lá vai o leão
 A correr para comer o pão.

Lá vai o leão
A conversar com o João.

Lá vai o leão
A saltar para o caldeirão.

Lá vai o leão
A praticar natação.

Lá vai o leão
A brincar com o cão.

Lá vai o leão
A conversar com o Damião.

Lá vai o leão 
Com um arranhão.

Lá vai o leão
A tratar do arranhão.

Lá vai o leão
Com a vela a arder na sua mão.

Lá vai o leão
A rebentar o balão.
                      João  Henrique


O cão

Vai depressa o cão
Sem água e sem pão.

Que vaidoso que é o cão
A passear com o seu casacão.

Que esperto é cão
Sempre a escrever na palma da mão.

Mão atrás e mão à frente
Sempre alegre e sorridente.

Está deitado no colchão
No seu casarão.

O seu regalo, o seu regalinho
É comer um bom patinho.

Faça chuva ou faça sol
Sempre embrulhado no lençol.

Se ladra ou não ladra é lhe indiferente
Se o vir… é melhor não se pôr à sua frente!

Se não comer o seu petisco
Vai à vinha ao rabisco.

Se ele for um cão sorridente
Não lhe deve doer o dente.

                                  Maria Carolina

 A lagarta

Vai devagar a lagarta
Porque comeu muito e está farta.

Devagar devagarinho
Mastiga pelo caminho.

Seja peixe, seja petisco
Nada lhe parece um risco.

Mão à frente, mão atrás
Tudo lhe apraz.

Quando a vejo de boca cheia
Parece uma baleia.

Beatriz Ferreira


 O Leão
 
O leão saiu de casa com meia
Porque foi a uma assembleia.

O leão viu outro leão
E fugiu para o barracão.

O leão no barracão
Foi caçar um mexilhão.


O leão foi ao pé do João
Para lhe oferecer um cão.

O leão diz adeus ao João
Porque vai para o Japão.
                            Diogo Saraiva

A centopeia

Lá vai a centopeia
À procura da sua meia.

Lá vai o cão                                                                                                              
O seu nome é Charlatão.

Lá vai o trampolim
Que não tem rim.

Faça sol faça vento
Ele é muito friorento.

 Lá vai o rato
A fugir do gato.
               Diogo Almeida.

A aranha
Devagar vai a aranha
Subindo na lenha.

Depressa vai a aranha na teia
Para apanhar a centopeia.

Depressa sai a aranha da teia
Para apanhar uma afiadeira.
                               Iúri

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