sexta-feira, 9 de março de 2012

As pinturas de Leonardo da Vinci

Depois de termos criado a nossa história sobre o Leonardo da Vinci estamos agora a tentar fazer as pinturas.












Estudo de um cavalo, dos diários de Leonardo – Royal Library, Castelo de Windsor.




http://pt.wikipedia.org/wiki/Leonardo_da_Vinci





La Bella Principessa







Retrato da Mulher de Perfil



















Ficheiro:Da Vinci Vitruve Luc Viatour.jpg


Datado do ano 1490, um estudo das proporções humanas baseado no tratado recém-redescoberto do arquiteto romano Vitruvius. Leonardo debruçou-se sobre o que foi chamado o Homem Vitruviano, o que acabou se tornando um dos seus trabalhos mais famosos e um símbolo do espírito renascentista. O desenho reproduz a anatomia humana conduzindo eventualmente ao desígnio do primeiro robô conhecido na história que veio a ser chamado de O Robô de Leonardo.









domingo, 4 de março de 2012

A motivação no processo de ensino - aprendizagem

Na verdade, os alunos, durante o seu percurso escolar, podem deparar-se com várias dificuldades de aprendizagem, tais como; desmotivações, desinteresse e hesitações. É fundamental que o professor encoraje os seus alunos, lhes dê pistas e orientações, de forma a aumentar a autonomia e estimular a motivação. Na minha perspectiva, a motivação é a mola fundamental para o sucesso e a qualidade da aprendizagem. Se os alunos estiverem motivados, conseguem desenvolver as competências essenciais e obter sucesso escolar. No decorrer das aulas, procuro criar um ambiente favorável ao desenvolvimento cognitivo, afectivo, social e físico dos alunos, visando sempre o seu bem-estar e desenvolvimento global. Como sabemos a relação pedagógica é também um factor determinante para a motivação e o sucesso.
Deste mesmo parecer, partilha Dias, pois afirma: "a relação pedagógica é um espaço pluridimensional onde é possível, apesar das diferenças nele presentes, transformá-lo num ecossistema de saberes e de afectos que permita o desenvolvimento integral dos seres humanos".
De facto, no processo de ensino - aprendizagem, o professor deve estar atento à evolução de cada aluno, à forma como ele está a aprender, porque ele, muitas vezes, dá-lhe o feedback fundamental para uma possível reestruturação, de forma a adequar o processo de aprendizagem às capacidades de cada aluno, ao seu modo singular se ser e aprender. Efectivamente, a interacção forte e estimulante do professor com cada aluno é crucial para ampliar os níveis de rendimento escolar, bem como para aumentar o seu bem-estar social e emocional.  
Pegando numa ideia defendida por Lopes & Silva (2010, p. 65)2 verificamos que o professor deve ter um papel de orientador da aprendizagem estabelecendo balizas e simultaneamente pontos concretos de desenvolvimento. Deve ainda facilitar as relações interpessoais. Em suma, criar um clima caloroso, confiante, encorajador, que permita aos alunos examinarem e avaliarem as suas percepções e sentimentos… Por isso, nos trabalhos desenvolvidos, procuro ter em conta os interesses dos alunos, os seus saberes prévios e o seu ritmo de trabalho, a fim de, contribuir para uma maior auto-estima e empenho numa óptica de respeito pelas diferenças e especificidades.

1- Dias, Fernando Nogueira. Teoria dos Sistemas e Abordagem Centrada na Pessoa (contributos para uma recentragem da comunicação na relação pedagógica). Recuperado em 05/01/2011 de http://www.sociuslogia.com/artigos/relped01.htm

2- Lopes, José & Silva, Helena Santos. (2010). O Professor faz a Diferença, Lidel - Edições Técnicas.

Matemática divertida

Ao implementar o novo programa de Matemática, tento apresentar os conteúdos de forma inovadora, recorrendo para isso a vários materiais didácticos que possam facilitar o processo de ensino - aprendizagem (tangran, geoplano, ábaco, blocos lógicos, blocos padrão, pentaminós, contas, barras cuisenaire, sólidos geométricos…).
De facto, numa primeira etapa, os materiais referidos tiveram como principal objectivo o trabalho de estimulação, o manuseamento e a manipulação. Numa segunda fase, o desenvolvimento de competências, escrita, raciocínio, cálculo e outras. De forma transversal, e de grande importância, o cumprimento de regras, adequação de atitudes e comportamentos, a valorização e adequação de relações interpessoais.











Poema à maneira de João Pedro Mésseder

                    Inveja
Invejo o cão que vai a passar,
Invejo as árvores que estão na terra,
Invejo as pedras da fonte,
Invejo a água do mar.
Invejo as paisagens das montanhas,
Invejo os peixes do lago.
Invejo os pássaros que vejo a passar,
Invejo as abelhas que estão na colmeia,
Invejo a areia que está no mar,
Invejo a aranha que está na teia!
Invejo as algas que estão no mar,
Invejo as flores no campo...
Invejo o planeta que está a girar,
Invejo a boneca que está a voar,
Invejo a bola que está a saltar,
Invejo o rio que vai desaguar ao mar!

Bárbara Pedro

Estimativas

Depois de termos feito algumas estimativas, fomos verificar quais eram as medidas exatas!


Medimos a altura da porta da sala de aula e verificámos que tínhamos feito uma boa estimativa!


 Medimos também a altura do muro do recreio da escola.


 A fazer estamos a aprender e a utilizar as medidas de comprimento.

quinta-feira, 1 de março de 2012

A magia do computador

O projecto " Divirto-me e Aprendo "  iniciado no ano passado decorrerá ao longo deste ano. Com ele pretende-se que os alunos obtenham competências na área das TIC.



Assiste-se hoje, com grande expectativa, à aplicação das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na educação das crianças.
As TIC abrem horizontes, possibilitam um acesso ao conhecimento e detêm a capacidade de exploração de temas motivadores para os alunos. Na minha perspectiva, existe uma mais-valia no recurso às novas tecnologias. Foi porque sempre acreditei nestas possibilidades das TIC que ao longo dos anos me deixei desafiar.
Considero que a tecnologia tem um efeito positivo na atitude dos alunos em relação à aprendizagem e potencia o seu auto-conceito, envolvendo a sua utilização uma maior motivação para a aprendizagem. Por isso tento diversificar as actividades que recorrem à sua utilização.
Segundo Ponte (1992, p. 129), “o computador é visto por alguns como um objecto de cariz individualista que favorece o isolamento dos que com ele trabalham. No entanto, as observações feitas em escolas que o utilizam como auxiliar da aprendizagem mostra que tende a acontecer exactamente o contrário, isto é, desenvolvem-se espontaneamente laços de estreita cooperação entre crianças…[1] 
O mesmo autor refere ainda que: "Um único computador numa escola pode significar, só por si, a criação de uma grande dinâmica, se houver imaginação e iniciativa para o tornar acessível aos alunos. O professor pode contar com a colaboração destes para se ajudarem uns aos outros… e para desenvolverem múltiplas iniciativas envolvendo toda a escola. ” Ponte (1992, p. 67) [2]   
A aprendizagem cooperativa deve alterar a visão de sala de aula tradicional e a forma como o computador deve ser utilizado, sendo que o professor deve ser o primeiro a inovar e a propor um novo modelo de utilização, só assim, os alunos estarão envolvidos e activos no seu processo de aprendizagem.
AULA TRADICIONAL
AULA EM REDE
Comportamentos previsíveis
(mesmo objectivos, mesmos manuais, mesmos testes para todos é possível prever a evolução do sistema)
Comportamentos imprevisíveis
(cada comunidade é única e irrepetível, sendo impossível prever a evolução do sistema)
Interacção escassa
(ênfase no trabalho individual, interacções
Verticais e isolamento)

Múltiplas interacções
(a Net proporciona uma plataforma de
interacções que encorajam a imprevisibilidade e sustentam a evolução e a mudança)
Feedback limitado
(pouca oportunidades de interacção e  poucas oportunidades para evoluir rumo ao sucesso)

Difusão da autoridade
(a descentralização dos centros de decisão e o aumento da colaboração torna os sistemas complexos mais capazes de se adaptarem às mudanças internas/externas)
Centralização das decisões
(estrutura hierárquica centrada no professor que é o detentor da informação e da interacção)

Auto-regulação
(um sistema é auto-regulado se é capaz de reagir de forma organizada, mas espontânea à mudança, pelo que esta capacidade aumenta na relação)
Fragmentação
(fruto das escassas interacções entre os seus elementos nos sistemas simples a perda de um elemento não causa grandes alterações ao “todo”. Se um aluno abandona o grupo a perda do seu contributo não afecta o resto da turma)
Individualidade
(o ensino centrado no aluno e nas interacções leva a que a falta de um único elemento afecte o nível de interacções e a evolução da comunidade de aprendizagem)
             Diferenças entre a Aula Tradicional e a Aula em Rede  Adaptado de Corcoran (s/d) por Coutinho e Júnior (2007) -
             Publicado em https://www.eduser.ipb.pt/index.php/eduser/article/viewFile/21/8

 A interacção das tecnologias com a aprendizagem cooperativa deve provocar uma aprendizagem mais centrada no aluno.
1- Ponte, João. (1992). O Computador um Instrumento da Educação. Texto Editora.
                  [     2-   Ponte, João .(1992) .O computador um instrumento da educação. Texto Editora.

União Europeia

Estamos a conhecer a Europa...



Já fizemos muitas pesquisas e construimos algumas apresentações, para partilhar com os colegas na sala de aula. Temos feito umas descobertas interessantes!